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quarta-feira, 30 de maio de 2018

A OAB-RJ é Instituição Permanente com algumas Gestões Irresponsáveis Provisórias. Justiça do Trabalho condena OAB-RJ a indenizar em R$ 300 mil um advogado | Ancelmo - O Globo

Justiça do Trabalho condena OAB-RJ a indenizar em R$ 300 mil um advogado | Ancelmo - O Globo: Casa de ferreiro, espeto...A 7ª Turma do TST manteve a sentença que condena a OAB-RJ a pagar indenização e registrar como professor o advogado Luciano Viveiros...

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sábado, 12 de maio de 2018

DEPRESSÃO: Pesquisa aponta que cliente é o principal fator de estresse entre advogados

http://www.oabrj.org.br/materia-tribuna-do-advogado/15597-pesquisa-aponta-que-cliente-e-o-principal-fator-de-estresse-entre-advogados

O relacionamento com o cliente é a maior fonte de estresse entre os advoga dos, assinalada por 82,6% dos 702 profissionais que participaram da pesquisa realizada pela psicóloga carioca Fátima Antunes, mestre em Psicologia Social com pósgraduação em gestão de recursos humanos e especialista em gerenciamento do estresse pela International Stress Management Association – BR, entidade voltada à pesquisa e ao desenvolvimento da prevenção e do tratamento de estresse no mundo. A sobrecarga de trabalho vem logo a seguir, com 77,9% dos registros.
Fruto de dissertação feita pela autora para a Universo (Universidade Salgado de Oliveira), o estudo, segundo a psicóloga, é o primeiro a ser realizado no Brasil tendo como foco o estresse em advogados. O objetivo de Fátima foi investigar o poder preditivo (gerador de determinadas reações) de fontes potencialmente estressoras no trabalho – latitude de decisão, demandas psicológicas e físicas, relacionamento com cliente, suporte social de colegas e insegurança – na insatisfação, na depressão e em problemas psicossomáticos, principais sintomas associados ao estresse laboral. Em outros países, pesquisas sobre essa categoria profissional são realizadas desde os anos 80.
Utilizando um questionário em um site criado especialmente para a finalidade, a coleta de informações compreendeu o período de fevereiro a maio deste ano, e sua veiculação nos portais da OAB/RJ, do Conselho Federal e de outras seccionais contribuiu para ampliar a amostragem e abranger outras regiões do país, embora o Sudeste tenha representado 84% das respostas, conta Fátima.
O fato de seu trabalho estar diretamente relacionado ao atendimento do interesse do cliente explica que este seja o fator maior de estresse, diz a psicóloga. A necessidade de satisfazê-lo é vista como um desafio por 53,3%, e 77,5% consideram sua hostilidade e o abuso como um fator estressor.
No que se refere à insegurança, a pesquisa a confirma como fonte de estresse ocupacional para os advogados, tal como ocorre em diversas carreiras, relata a especialista. Entre os que participaram, 42,6% percebem sua profissão como instável, não lhes oferecendo oportunidades de ascensão.
A análise dos dados mostra que a possibilidade de decidir, ter autonomia no trabalho e usar as habilidades individuais – situação de 79,9% dos advogados – não é percebida como uma fonte de estresse. Além disso, os profissionais que contam com a possibilidade de maior uso de suas habilidades e de poder decisório sentem-se mais satisfeitos com seu trabalho e menos deprimidos.
Em relação à sobrecarga laboral, Fátima explica que aí se incluem itens associados à demanda psicológica, como o ritmo frenético, as atividades repetitivas, sua frequente interrupção, a espera pelo trabalho de terceiros, a quantidade de horas dedicadas e o volume de tarefas, além da necessidade de concentração na sua realização. "Assim como apontam as pesquisas com advogados nos Estados Unidos, a sobrecarga é uma importante fonte de estresse", informa. Aqui, o tempo dedicado ao trabalho é de cerca de 50 horas semanais para os homens e 46 horas semanais para as mulheres, não incluídas as dedicadas a estudos e pesquisas.
O estudo aponta que as mulheres apresentam 11% a mais dos sintomas relacionados a questões psicossomáticas do que os homens, "o que pode estar relacionado à dupla ou tripla função feminina na sociedade atual", segundo a psicóloga, e ao fato de elas vivenciarem "maior estresse, por serem mais impactadas pelos sentimentos de falta de tempo para a família".
Em relação à insatisfação no trabalho, 7,3% disseram estar muito satisfeitos, 44% satisfeitos, 38,9% insatisfeitos e 9,8% muito insatisfeitos. Quase a metade, 48,6%, escolheria novamente a profissão. Associando-se estes dados com a faixa etária, o estudo mostra que os advogados com mais idade sentem-se mais satisfeitos, possivelmente em razão de já possuírem uma carreira estabilizada financeiramente.
Para a especialista, merece destaque o fato de que 75,6 % dos profissionais relataram algum tipo de problema psicossomático, "o que sugere tratar-se de uma atividade tão estressante ou ainda mais do que a dos juízes", diz, referindo-se a uma pesquisa que apontou, entre estes, 71% com sintomas associados ao estresse. A depressão, outro ponto analisado no estudo, apresentou um índice de respostas associadas ao problema por 26,5% dos advogados.
Entre os que responderam ao questionário, 31,4% informaram ter, frequentemente, algum tipo de reação psicossomática (ver tabela ao lado). A psicóloga afirma que se por um lado o estresse da profissão é inevitável, é "absolutamente possível o seu controle, dependendo exclusivamente da determinação pessoal, da autodisciplina, da melhor administração do tempo e especialmente do autoconhecimento e da autopercepção dos seus efeitos na vida e na carreira".http://www.oabrj.org.br/materia-tribuna-do-advogado/15597-pesquisa-aponta-que-cliente-e-o-principal-fator-de-estresse-entre-advogados

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sexta-feira, 11 de maio de 2018

DEPRESSÃO: Mães de desaparecidos querem cadastro único

http://www.oabrj.org.br/noticia/62761-maes-de-desaparecidos-querem-cadastro-unico

Do Jornal O Fluminense
27/05/2011 - Dezenas de mães e parentes de desaparecidos pediram ontem a criação de um cadastro nacional unificado com informações e dados sobre as pessoas procuradas. Durante protesto, que percorreu as ruas do centro da capital paulista, as famílias expuseram cartazes e fotos de parentes sumidos e manifestaram apoio a um projeto de lei paulista que obriga o estado a unificar informações sobre os desaparecidos.
"A polícia de São Bernardo do Campo não sabe de um boletim de ocorrência feito em Mogi das Cruzes. Com isso, a investigação fica à mercê da boa vontade e caridade de algumas pessoas que têm pena das famílias dos desaparecidos", diz Elvira Scaquetti, mãe de Sulamita Scaquetti Pinto, 32 anos, desaparecida em 16 setembro de 2010, em São Paulo.
Sulamita desapareceu após deixar de tomar seus remédios para a depressão a pedido de um pastor. A jovem, que tinha compulsão por comer, não foi mais vista depois de iniciar um jejum de sete dias, sugerido pelo religioso. De acordo com sua mãe, as buscas estão sendo feitas pela própria família, quase sem ajuda de órgãos oficiais.
"Você tem a notícia de que viram a sua filha em um terminal de ônibus. A gente corre para lá. Mas a polícia de lá não sabe de nada. Você fala para a polícia e eles pegam um cartaz dela e põem no carro. Isso na era da informática, do grande avanço tecnológico. Isso é desumano", desabafa.
Na opinião do presidente da Fundação Criança de São Bernardo do Campo (SP) e vice-presidente da Comissão Nacional da Criança e Adolescente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ariel de Castro Alves, os sistemas atuais de busca de desaparecidos são insuficientes.
"O Brasil precisa ter imediatamente um cadastro unificado de desaparecidos.Temos uma rede nacional de busca e de localização de crianças e adolescentes desaparecidos, um site, mantido pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos, mas precisamos ir além", defendeu.

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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Gestores da OAB-RJ podem ASSEDIAR advogado gravemente enfermo e em débito com anuidades? Sim. Assim o fizeram! - Súmula 03/2012 - ADVOGADO. PAGAMENTO. SUSPENSÃO. OBRIGAÇÃO. LICENÇA. PAGAMENTO FACULTATIVO sumula032012COP.pdf

Fonte: CFOAB sumula032012COP.pdf

A criação deste blog deveu-se ao grande e grave erro hermenêutico, por incompetência ou crueldade, cometido na gestão Wadih Damous, que inviabilizou a vida profissional e pessoal do advogado Fernando Claro Dias, de 2007 até 2011, cobrando-lhe, de forma bárbara e hostil, anuidades referentes ao período de 2001 a 2007 e obrigando-lhe a pagar a totalidade do pequeno débito - prescritos - até 2011.

Houve aí, no mínimo, uma violenta e total afronta à dignidade da pessoa humana, que supunha o advogado ter, mas desconsiderado pela OAB-RJ como que numa perseguição política motivada por fatos e motivos que sequer chega-se supor.

Tudo começou quando um Fac Símile enviado do Espírito Santo, em 2007, cujo número da linha telefônica é de propriedade de Pessoa Jurídica capixaba, foi parar no gabinete da Presidência da OAB-RJ.

Neste FAX o signatário CLAMAVA por Orientação e Ajuda à Secretaria de Direitos Humanos e ao Presidente Wadih Damous tendo em vista seu grave estado de saúde - narrado de forma bastante detalhada, mas confusa, e com ampla referências a documentos oficiais do SUS que de forma cristalina revelava o real estado de saúde e desespero do advogado, Fernando Claro.

Narrava-se neste FAX o grave estado de saúde por que passava o referido advogado, impossibilitado pela grave depressão de poder trabalhar e por sua total incapacidade transitória psíquica para cuidar de sua vida produtiva e, inclusive, incapaz de, sozinho, tratar de sua sobrevivência e deliberar sobre sua vida.

Tanto isso é verdadeiro que o Fernando Claro ficou de tal maneira enfermo que teve de deixar seu apartamento no Rio de Janeiro, não retornou ao escritório onde trabalhava com Edson Gáudio Rangel, na Travessa do Paço e veio quase inconsciente para o estado do Espírito Santo, para ser acolhido por seu irmão João Carlos Claro Dias, este, casado e com dois filhos menores.

Tal documento, ao invés de causar estranheza e ser rechaçado por uma instituição que lida com a interpretação de leis, textos jurídicos, foi acolhido, em vez de causar espanto e desconfiança sobre quem teria enviado tal FAX, se o advogado ou interposta pessoa. O mínimo que se exigia da OAB-RJ é que se baixasse em diligências para apurar o real estado de saúde do advogado.

No entanto o FAX foi acolhido como documento hábil e idôneo, mesmo não preenchendo as formalidades legais previstas na comunicação institucional entre advogado e a OAB-RJ, como capaz de desconstituir vínculo institucional existente desde 1982, portanto por 25 anos de exercício regular do direito.

O FAX foi enviado e com ele não foram os documentos originais citados em toda narrativa tais como: laudo médico, receituário do SUS, exames de saúde diversos, diversos emails enviados pelo advogado para a OAB-RJ relatando toda a saga do advogado

Pior, não se verificou a autenticidade da assinatura do advogado, o envio não trilhou os trâmites legais tais como ser Protocolizado na Sede da OAB-RJ, Av. Marechal Campos, Setor de Protocolo, com o devido recolhimento de Custas para Licenciamento por motivo de doença grave - depressão e dor crônica difusa pelo corpo, sem que qualquer analgésico aliviasse 10% das dores lancinantes por que passava o advogado.


Desobedecida a chamada Lei do FAX, LEI Nº 9.800, DE 26 DE MAIO DE 1999. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9800.htm 

A OAB-RJ DESCONSTITUI RELAÇÃO JURÍDICA EXISTENTE HÁ 25 ANOS ENTRE ADVOGADO, no momento em que o documento foi recebido pelo vice-presidente Lauro Shuch que atabalhoadamente DETERMINOU CANCELAMENTO DEFINITIVO DE INSCRIÇÃO - crasso erro hermenêutico - ao invés do que se pedia e do que se deveria depreender da confusa narrativa, que objetivava LICENCIAMENTO, pois que foi extensamente fundamentada nos termos do art. 12 do EAOAB. 

O show de horrores seguiu e o documento foi enviado para a Sra. Margarida Pressburger, SDH, que não socorreu o advogado alegando que o causídico estava fora da área de competência do Rio de Janeiro, e remeteu o procedimento para o Setor de Cadastro e Cobrança DETERMINANDO  suspensão de novas cobranças de anuidade a partir do ano de 2008. 

Tudo isso foi feito sem nenhuma notificação ao advogado, cujo endereço onde estava internado para a recuperação de sua saúde era de conhecimento da OAB-RJ. 

A OAB-RJ não enviou ao Espírito Santo nenhum Assistente Social para diligências nem enviou médico-perito solicitado pelo advogado, no FAX, por estar vivendo desesperado sem poder advogar e sem poder pagar anuidades e com grande receio de sofrer Processo Ético Disciplinar.  

Foi aplicado até o ano de 2011 o Provimento n. 42 da OAB que exige o total pagamento de anuidades e preços em débito do advogado com sua seccional de origem para que possa inscrever-se em outra seção, no caso a do estado do Espírito Santo onde o advogado foi, sem o saber e sem planejar, fixando seu novo domicílio deixando no Rio de Janeiro todos os seus pertences com apartamento mobiliado, livros, bens, documentos, enfim, tudo, absolutamente tudo, pois demorou cinco anos para que começasse a se restabelecer, o que começou a se dar no ano de 2009.

O advogado fez vários apelos ao presidente Wadih Damous, e aos presidentes do Conselho Federal Dr. Cezar Britto e Ophir Cavalcante sem que obtivesse êxito, inclusive com a interferência dos Senadores Cristovam Buarque e Eduardo Suplicy. A TODOS A OAB-RJ E O CFOAB DEU UM RETUMBANTE NÃO! 

Os publicanos, cobradores da OAB-RJ assediaram o advogado até que ele pagasse em 2011 anuidades PRESCRITAS referentes aos anos de 2001 a 2007.   

Mas como pagar se o advogado estava PROIBIDO DE ADVOGAR? 

O que se deu em verdade foi uma CASSAÇÃO DO DIREITO AO TRABALHO, DE EXERCER LIVREMENTE A PROFISSÃO PARA QUAL SE HABILITOU SEM QUALQUER AJUDA DA OAB-RJ DURANTE OS 5 DEMORADOS ANOS NA UFRJ/FND/CACO. 

Como sempre ocorre, este advogado vem tentando expor uma narrativa objetiva mas a Síndrome do Estresse Pós Traumático que lhe acometeu com A CASSAÇÃO DO DIREITO DE ADVOGAR, PERDENDO, INCLUSIVE, SEU NÚMERO DE INSCRIÇÃO QUE CONSTAVA NO MEIO JURÍDICO HÁ 25 ANOS, o impede de tratar do caso com distanciamento, pois os danos moral e material foram imensos.

Como na Roma Clássica o pequeno devedor de anuidades - que já estavam prescritas - tornou-se escravo do credor (OAB-RJ)

Por isso a necessidade de se manter este blog colocando conteúdo jurídico de qualidade para que um dia, quem sabe, o advogado retorne ao mercado de trabalho com a mesma paridade de armas que tinha para com seus colegas em 2004. 

Estes são prezadas e prezados advogados meu depoimento que sequer as instituições e pessoas citadas acima se atreveram CONTESTAR. 

Os animais quedaram-se silenciosos, e jamais se retrataram. 

Por nossa sorte e honra a instituição OAB permanece e as gestões nefastas e desumanas passam.

BOMBA! Cargo para Presidente da Câmara é privativo de brasileiro nato. Rodrigo Maia é natural Chile

Júlio Castiglioni deixa a Codesa e Bruno Fardin será o novo presidente Segundo decisão do Ministério da Infraestrutura, Raquel de Moura vai atuar na Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento, antes ocupada por Fardin

  Fonte: https://www.agazeta.com.br/es/economia/julio-castiglioni-deixa-a-codesa-e-bruno-fardin-sera-o-novo-presidente-0422